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Inovações tecnológicas darão maior proteção aos soldados em situações de combate.


Na linha de frente das guerras do futuro, as lutas serão travadas por máquinas. Uma grande força área formada por aeronaves não-tripuladas varrerá os céus, enquanto robôs vasculharão o solo, diferenciando com rapidez e precisão civis de inimigos armados. Somente em um segundo momento soldados humanos entrarão em cena, protegidos por veículos blindados ágeis, com metade do peso dos tanques de hoje, e capazes de se camuflarem no ambiente.

Esse cenário não é o de um filme de ficção científica, mas faz parte do Plano de Defesa Tecnológica apresentado recentemente pelo governo da Grã-Bretanha, numa tentativa de conciliar ciência e novos inventos para reduzir as baixas humanas – britânicas, claro – em combates.

– A inovação está no coração do sucesso nos campos de batalha. Estamos procurando encorajar novas ideias porque as ameaças que nossas tropas enfrentam estão sempre evoluindo – ressaltou o ministro para Equipamentos de Defesa e Suporte, Quentin Davies.

O objetivo do governo britânico é colocar parte desses novos armamentos em operação dentro dos próximos cinco a 10 anos. Para concretizar essa meta, estão sendo planejadas uma série de parcerias envolvendo vários setores da indústria, assim como pequenos empreendedores do setor tecnológico e pesquisadores de universidades.

Entre os projetos mais ambiciosos do Ministério da Defesa, está uma aeronave provisoriamente chamada de Novel Air Concept, que poderá alcançar alvos a uma distância de até mil quilômetros – como de Porto Alegre a São Paulo – sem precisar de um piloto a bordo.

Controlado remotamente e equipado com bombas e mísseis, o avião de guerra do futuro também contará com um recurso inusitado: um rotor, semelhante ao de um helicóptero, instalado em sua parte dianteira que poderá ser usado para decolagens e pousos verticais.

Quando a propulsão a jato for acionada, o engenho será recolhido. Esse sistema permitirá a uma esquadrilha ser transportada em embarcações relativamente pequenas, em vez de grandes porta-aviões.

Para as tropas em terra, uma das novidades mais interessantes é o protótipo de um veículo blindado de transporte de 30 toneladas – cerca de metade do peso dos tanques de hoje – com uma cabine transparente, que dará aos tripulantes uma visão panorâmica do terreno sem que precisem se expor.

Um sistema de camuflagem também poderá fazer o tanque refletir as imagens ao seu redor, como um camaleão mecânico. Outras versões planejadas de blindados transportarão veículos menores, terrestres ou aéreos, controlados remotamente.

– Não vamos retirar totalmente os seres humanos do processo. Nossa intenção é dar às pessoas o máximo de informação e proteção no que estiverem fazendo – resume Davies.

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E o nosso Brasil sil sil. O que está fazendo em prol da nossa soberania?? Nada, porque Tsunami nenhum vai nos afetar, não é mesmo Tio Lula.

Conteúdo descaradamente copiado do portal G1Tecnologia. Tem dia que o blogueiro não está inspirado, dá um desconto pow!!!

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